8 de novembro de 2011

Era tão bom estudar o latim

Sempre gostei das letras e dos números. Não me arrependo de ter enveredado pelas letras, apesar de às vezes achar que deveria ter seguido os números. Mas hoje convivo com ambos, uma relação ímpar e por vezes esquizofrênica, rsss. Me encanta ouvir as letras juntas em idiomas diferentes. Adoro o português de Portugal, o português de Moçambique, o italiano de Milão ou Roma, o francês parisiense, o catalão, o espanhol de Madrid e o castelhano de Buenos Aires. Gosto do português do carioca e do português bem falado e cantado no norte do país. Em Belém ouvi um português muito bem falado. Em Brasília também. E o japonês, o russo. Mas de todas as línguas, a que sempre me encanta, e da qual me arrependo de ter estudado pouco, apenas 1 ano, é o latim. A língua morta mais viva do mundo. Conversava com uma amiga neste último final de semana sobre as particularidades do latim. Se você estudou bem o latim, você se comunica em qualquer idioma. Na Puc-Rio fui aluna da Miriam Sutter Medeiros - excelente professora. Usávamos a gramática do Napoleão e o Dicionário do Torrinha - não me desfaço deles por nada neste mundo. Hoje em dia, ouço falarem tão mal o português. Mesmo assim, tento ao máximo não relaxar. E quando posso sempre repito: e o latim, era tão bom estudar latim.

Um comentário:

Vilma Goulart disse...

Na terra da minha mãe, o Maranhão, é onde se fala melhor o português. Todo mundo lá sabe conjugar direitinho os verbos. ;o))