28 de fevereiro de 2009

Curiosidade Yóguica 1

Para o praticante de yoga o conhecimento do tempo das práticas é fundamental para o direcionamento dos objetivos a serem alcançados para mudanças pessoais, as curas desejadas e o desenvolvimento de novos padrões de comportamento.Para o leigo é uma surpresa e tanto perceber o quanto somos ignorantes do nosso próprio mecanismo humano. Vejam...
Você sabia que tempos específicos de prática yóguica são pré requisitos básicos para transformar velhos hábitos em novos ?
• Precisamos de 40 dias para quebrar um hábito
• Levamos 90 dias para confirmar o novo hábito
• Após 120 dias o novo hábito já faz parte de você
• Depois de 1000 dias você é mestre no seu novo hábito
(Texto de Sotanter Kaur, retirado do blog Kundalini Yoga - RJ)

27 de fevereiro de 2009

Vishuddha Chakra - O Grande Chakra da Verdade

O Vishuddha Chakra é o quinto centro de força. Está localizado na base da garganta. No nível físico controla a atividade das cordas vocais, a audição, a faringe, o esôfago, as glândulas tireóides e paratireóides . Este chakra é a nossa fonte de expressão criativa permitindo que nos comuniquemos em todos os sentidos. O Vishuddha Chakra é a fonte que nos permite a passagem do mundo das idéias para o concreto, para a realização. Nossas mãos, por exemplo, são uma extensão tanto da 4º como do 5º Chakra. Se no Anahata Chakra as nossas mãos expressavam nossa capacidade de amar e de nos doar, no Vishuddha Chakra é a expressão de nossa capacidade de criação. Entretanto a natureza do Vishudhra não é produzir somente trabalhos manuais. É também o nosso conhecimento e intelecto. Pense em Vishuddha como a origem da própria simbologia que representa o pescoço onde a garganta é um desfiladeiro no qual tudo que é essencial tem que passar. O ar, o alimento, as ordens vindas da cabeça e as informações devolvidas de todas as partes do corpo passam por este estreito. O Vishuddha determina o que entra, o que sai e o que fica em nós. Determina tudo o que se torna uma realidade e o que permanece como um pensamento. Tudo o que se passa em nosso interior tornar - se uma realidade apenas se Vishuddha Chakra assim o permite. O Vidhuddha chackra é responsável pela forma que nos expressamos. Podemos controlá-lo para produzir a imagem que queremos transmitir de nós mesmos, ou seja, nossa capacidade de dizer ou agir do modo como queremos que os outros nos vejam. Por isso, pode-se dizer que o Vishuddha também abriga nossas márcaras ou como diziam os gregos antigos a “persona”. Uma das funções da persona era dar ao ator a aparência que o papel exigia. De persona deriva a palavra personagem. E por que agimos assim? Porque, na maioria das vezes somos condicionados a não ser, sentir ou fazer o que queremos. Um criador não pode ser subjulgado desta maneira, por isso temos a necessidade desse controle, principalmente porque essas são questões auto-impostas. Na maioria das vezes adotamos uma persona apenas para nos sentirmos seguros, aceitos ou para censurar nossas emoções. Quando tivermos consciencia que não viemos a esse mundo para experimentar somente coisas positivas, estaremos a um passo da liberdade que é sermos verdadeiros conosco mesmos. Por isso, assim como o Anahata Chakra é o grande centro energético do amor e compaixão, o Vishuddha é o grande chakra da verdade. Qualquer parte nossa que não consigamos enfrentar ergue uma barreira entre nós e a verdade. Entretanto, por mais que queiramos disfarçar ou dissimular algo, o Vishiddhra sempre dará um jeito de fazer com a verdade se faça presente, tanto pela linguagem não verbal com pela verbal, através do som de nossa voz.
(Texto de Sandra, retirado do site Navrattna - Lista Olhar para Dentro)

26 de fevereiro de 2009

Desejo (1)

Trouxe do site Objetos de Desejo esse gadget fantástico: o Digital Instant Mobile Photo Printer, que a Polaroid criou em parceria com a Zink. Mobilidade total. A mini-impressora imprime fotos de 2×3 polegadas via bluetooth ou cabo USB, de qualquer celular, máquina fotográfica ou outro dispositivo portátil que tenha fotos. Deve custar por volta de US$ 150 (e US$ 4 o pacote de 10 folhas para impressão). É para colocar na sua Lista de Desejo - na minha já está!

Bem-Viver (3)

Toscana Alfresco

Cores (4)

Azul Blue Bleu Blu Blau

25 de fevereiro de 2009

Tentação: Ad C4 Picasso

Gente, o que é o anúncio da C4 Picasso? Presta ATENÇÃO! Uma lâmpada, musicalmente motivada, que se desconstrói toda e se transforma nessa beleza de carro. Confesso, morro de amores pelo leão rampante da Peugeot, mas caio em tentação com a linha C4 e principalmente um Picasso da Citroen. E aquele teto transparente, tal como o teto do Peugeot 407...um T ! E a música do Ad? Clique no link e veja o anúncio europeu, que tem a transformação da lâmpada, mas cuja música é diferente da utilizada no anúncio brasileiro: http://www.youtube.com/watch?v=dEvvZnumhoo

Il Faut du Temps au Temps

Il Faut Du Temps Au Temps
Makali
(Andrea Bichi/Armelle Ita/Audrey Podrini
/Barnabé Saïd-Albert/Clément Puig)
On parle de toi, on parle souvent
Et tant de fois jusqu'à présent.
Sans réfléchir, sans faire d'esprit
D'un avenir cher à ce prix,
Mais mon parler est bien trop franc
Devant tes excuses à deux francs.
Je pense encore être invincible,
De tout mon corps être indicible...
Et s'il le faut, je veux bien croire
Tous mes défauts dans un tiroir.
Ce qu'il nous faut, un coup un boire...
Allons nous noyer dans tous les bars !
C'est dans tes bras que je ressens
Ce que ta bouche a dans le sang.
Pourquoi me dire ce que l'amour
Avait de pire pour les beaux-jours ?
Quand on rêvait, on parlait peu,
Maintenant tu causes et pas qu'un peu...
Y'avait des gosses, on était vieux,
C'était minable, mais savoureux...
Et s'il le faut, je veux bien croire
Tous les ragots, brèves de comptoirs.
Ce qu'il nous faut, c'est se coucher tard...
Allons nous paumer dans tous les bars !
Il faut du temps au temps et la manière
Pour que deux amants restent de pierre,
Et si de temps en temps ce goût amer
Était le fruit de nos prières?

Mini Cooper (1)

Posso ter um Mini Cooper... USB.
Reparem...o farol acende.
Bárbaro!

Luz (1)

Eu não gosto de leite, mas essa idéia é bem simpática: luminária copo de leite. Você liga no ON e para desligar vira o copo. O efeito é bem suave. É possível comprar na Amazon por USD$13.00
Fonte: site Objetos de Desejo

Cinema (1) - Um Bom Ano

Guardo na minha memória afetiva alguns filmes. É uma lista de filmes que a gente assiste diversas vezes e nunca enjoa, sabe como é? Sim, com certeza vocês sabem...também fizeram a sua. Um Bom Ano consta da minha, assim como Simplesmente Martha, Blade Runner, Festa de Babette, Como Água para Chocolate, Gladiator, Out of Africa, entre outros. Ficam na memória pela história, pela fotografia, pela trilha sonora, pelo sentimento. Emocionam. Para este fim de carnaval e início de ano, deixo a sugestão de ver o filme e ouvir a trilha sonora de Um Bom Ano. A paisagem é a Provence. Estão no elenco Russel Crowe, que eu adoro, e Marion Cotillard (que posteriormente interpretou Piaf, lembram?). "Baixei" no LimeWire as músicas da trilha, descobri outras. Particularmente gosto da música Il Faut du Temps au Temps, com Makali.

Escapes (1)

Grande Barreira de Coral - Queensland - Austrália
(Imagem enviada por Paula Silva)

24 de fevereiro de 2009

Cores (3)

Foto de Art Wolfe publicada no blog
O Jardim dos Sentidos, de Paula Silva.

Flower (2)

Flor da Cerejeira - Japão
(enviado por Paula Silva, do blog O Jardim dos Sentidos)

Bem-Viver (2)

A editora inglesa Thames and Hudson edita livros maravilhosos sobre design de interior e idéias para exteriores. São, praticamente, catálogos agradáveis. Apresento a série The Way We Live. O volume Alfresco me acompanha pela vida, não me desfaço dele e carrego-o para cima e para baixo. O clássico, de capa branca, não possuo, mas conheço o material. Ambos um sonho! Se encontrarem, não deixem de comprar, vale a pena cada centavo investido. Dica: na Livraria Timbre, do Shopping da Gávea, costuma ter.

Bem-Viver (1)

Há um livro delicioso de ler e que gostaria de indicar para vocês. Chama-se O Melhor da Gastronomia e do Bem-Viver. Lembrei dele hoje, quando lia um texto de Ana Cristina Reis, no site do Azeite Borges, desenvolvido por Rita Braune. Lembrei dos tempos de leitura de cozinha. Não perca as páginas: Cheiros que não voltam mais, de Danuza Leão; Imperador dos Sentidos (sobre Adrià), de Patricia Ferraz; Caviar, coma antes que acabe, de István Wessel; Cartas Japonesas, de Mari Hirata; entre outras delícias.

O Melhor da Gastronomia e do Bem-Viver
Os 69 textos mais saborosos de 39 autores consagrados
Organização: Luiz Horta

23 de fevereiro de 2009

Flower (1)

Theodoro

Saudades do Olhar Carinhoso do meu querido Theodoro.

Domingo de Carnaval em Templo Budista Tibetano

(Imagem de Tchenrezig, deidade do mantra Om Mani Padme Hung)
Amor e Compaixão irradiam do coração de Tchenrezig
Ontem, domingo de carnaval, tive a sorte de ir até Vargem Grande, no Templo KTC - Karma Theksum Chokhorling. Fomos para a prática de Tchenrezig. Tchenrezig ( Avalokiteshvara em Sânscrito), O Grande Senhor da Compaixão, é a deidade masculina mais popular do Budismo Tibetano. O mantra de Tchenrezi OM MANI PADME HUNG, dado pelo seu guru Buda Amitaba, o Buda da Luz Infinita, é conhecido por ser a essência de todos os ensinamentos do Senhor Buda, o que proporciona maiores benefícios. A sadhana de Tchenrezi de Quatro Braços foi introduzida no século XIV pelo mestre tibetano Kam Kam Tsundru Zangpo (Drupthop Thangton Gyalpo) é praticada mundialmente na maior parte dos Centros de Dharma Tibetanos.
Foi interessante ouvir o mantra da compaixão, sílabas que eliminam o nosso veneno. Eu costumo ouvir em casa, pois "baixei" da internet. Para acompanhar a prática, são disponibilizados libretos com a oração e sua tradução, para que seja possível entender o que está sendo orado. A tarde estava linda. Para março, estão previstas atividades de introdução à prática. Para quem quiser saber mais, clique KTC

21 de fevereiro de 2009

Nelida's Kitchen

Hora de fazer as pazes com a cozinha.
Hora de ligar o fogão (após 1 ano).
Hora de tirar as facas do estojo e afiá-las.
Hora de usar as ferramentas.
Hora de abrir, novamente, as páginas de :
Marcella Hazan
Frances Mayes
Paul Bocuse
Jamie Oliver
Alex Atala
Le Cordon Bleu
Roberta Sudbrack
Momento de dar prazer e proporcionar experiências gustativas.

20 de fevereiro de 2009

Patricia Canarim escreve sobre a leitura no Brasil

Atenção leitores do Olhar Nômade, Patricia Canarim, que faz parte do Coletivo do blog TMS - Tecnologia e Mobilização Social, acaba de publicar post sobre a leitura no Brasil. Menciona, inclusive o Desafio 50 Livros 2009. Clique aqui e leia o post.

Mais personalizado impossível

Adesivo para personalizar o mobile.
Este tem tsurus.

Carnaval, em Veneza

Já que estamos em ritmo de Carnaval...
Um pouco da cor e do mistério de Veneza.

Insalata Toscana

Insalata Toscana: alcachofra, tomate seco, azeitona preta, queijo pecorino romano, feijões, folha de alface romana, cebola, pimenta preta, massa e bom apetite !

Theodoro voltou para sua antiga família - Partes 2, 3 e 4

Parte 2
Há quase um ano atrás, Amelia Gonzalez encontrou na Rua das Laranjeiras um cachorro simpático e destemido. Esse cão se abaixou quando um ônibus passou por cima dele. Isso chamou atenção de Amélia, que o pegou na coleira e o levou até a Pet Amigo Meu, em frente à igreja de São Judas Tadeu, no Cosme Velho. Tosado, de banho tomado, magrinho, machucado e assustado, Theodoro ficou à espera de alguém que o adotasse. Passei lá e Theodoro me adotou. Demoraram duas semanas para que eu desse o nome, pois até então não conseguia vê-lo como cão. Aprendi a conviver e a viver com Theodoro, que dava susto nos vizinhos, quando, de repente, aparecia latindo na janela. Um vizinho chegou a se queixar através de carta comigo. No prédio os vizinhos adoravam Theodoro, que "falava" com todos pela janela.
Parte 3
Uma coisa sempre me chamou a atenção: os modos educados de Theodoro e o olhar dele quando parava no portão do prédio. Eu sempre imaginava que ele estava à espera de alguém. Eu enviei para Rejane a carteira de vacinação de Theodoro, assim como a caminha e os brinquedinhos dele. A coleira dele ficou com ela também. No mesmo dia 18, liguei para ela para saber como ele estava. Eles estavam bem e ela muito agradecida. Disse-lhe que se precisasse de algo, bastava entrar em contato. Se ele aparecer aqui em casa, eu já tenho para quem ligar.
Parte 4
O rapaz que recebeu a recompensa (pois dei assim mesmo) me disse que se eu tivesse corrido um pouco mais, eu não teria perdido o cão. Mas, pensando bem, eu nunca poderia interferir naquela felicidade. Foi um previlégio "levá-lo de volta"ao antigo lar. Foi uma felicidade ter a companhia de Theodoro no momento mais frágil da minha vida. Era ele quem me levava para passear, por exemplo, quando eu não tinha vontade de sair à rua. Quando o retirei da veterinária, na verdade, quem estava doente e abandonada era eu. Vejo, sensivelmente, que a missão dele foi entrar na minha vida, me curar e voltar para o seu destino. Vai entender os caminhos mágicos e místicos da vida.

19 de fevereiro de 2009

Lobos(1)

Toscana (1)

Sabor e Janela da Toscana para RB.

Theodoro voltou para sua antiga família - Parte 1

(Theodoro em Julho de 2008)
(Theodoro em Fevereiro de 2009)
Parte 1
Nesta última quarta-feira, dia 18 de fevereiro, aconteceram fatos mágicos e místicos na minha vida. Fui jogar o lixo fora, no 1º andar do prédio. Theodoro saiu para o corredor, como sempre faz. Ao invés de voltar para casa, saiu para o pátio, pois a porta de saída estava aberta - não tive tempo de segurá-lo. Do lado de fora, chameio-o. Ele olhou, prestou atenção e foi embora. Histérica, larguei os sacos de lixo no chão. Fechei a porta do apartamento e fui para a rua. Estava um tumulto na porta do prédio, Theodoro passou e ninguém viu. Na rua, pânico. Eu não sabia se subia ou descia o Cosme Velho. Uma vez ele fugiu e desceu para a Rua das Laranjeiras. Desci. Um rapaz me viu com a guia na mão e perguntou se eu estava atrás de um cachorro branco. Disse-lhe que sim. Ele me disse que Theodoro tinha subido o Cosme Velho, tinha passado da casa dos Marinho. Saí correndo. Pensei: "ele deve ter ido à rua Indiana". Sempre levo ele lá para passear. Quando cheguei na guarita do segurança, o rapaz informou que ele não tinha entrado na rua, mas tinha subido mais ainda o Cosme Velho. "Aquele casal ali estava com ele!". "Ei, cadê o cachorrinho?". O rapaz respondeu: "Já passou, tá lá na frente". Subi correndo a ladeira. Alcancei o casal. O rapaz disse: "tia, se eu pegar o cachorrinho, a senhora dá recompensa?". Não tive dúvida, disse-lhe que sim. E começou a história surreal daquela quarta-feira, 18 de fevereiro de 2009. Avistei Theodoro e uma meia dúzia de rapazes correndo atrás dele. Ele, muito arisco, desviou de todo mundo e subiu para o Cerro-Corá. Bom, vamos lá, correr atrás do Theodoro. Passei por vielas que nunca imaginei adentrar. Eu não tinha visto mais o Theo, mas sabia que ele corria, atrás dele o rapaz contratado e atrás do rapaz, eu. Não vou entrar no detalhe do que é uma pessoa diferente correndo que nem louca nas vielas de um morro ou favela. Tive que explicar o que fazia lá. Pois a cena toda era surreal. Se alguém me contasse uma história maluca dessas, eu duvidaria. Mas, gente, isso aconteceu mesmo. Finalmente, o rapaz aliviado disse "pegamos ele, tia, pegamos ele". Estávamos na porta de uma residência. Uma moça surge na porta, chamando Fifo. Theodoro/Fifo atende e entra na casa. Eu entrei em estado de choque ou desapego, já nem sei. Resumindo a história, Theodoro voltou para a casa da sua antiga família, depois de ter passado quase um ano comigo. Eu não pude ser mesquinha e pedir a custódia do cão, uma vez que ele e a moça estavam felizes em se reencontrar.

Rainha de Espadas

Mantendo-se fiel aos próprios ideais
A Rainha de Espadas emerge do Tarot como arcano de aconselhamento neste momento de sua vida, Nélida. A mensagem aqui é clara: seja fiel aos seus ideais, não se contente com pouco. Avalie criticamente o ambiente e corte todas as pessoas e situações que não servem mais em sua vida, sobretudo pessoas que você não avalia como construtivas, afinal todas as relações se pautam numa boa troca. É momento de você dar exemplo aos outros, através de sua lealdade, integridade e da capacidade de suportar eventuais sofrimentos sem se deixar abater. Você terá resistência emocional para lidar com algumas situações difíceis. Procure conversar com mulheres mais velhas que já passaram por coisas parecidas com aquelas que lhe incomodam.

17 de fevereiro de 2009

Olhar Nômade

Centro do Rio de Janeiro

Na semana passada, precisei ir ao Centro do Rio de Janeiro. Passei uma parte da juventude nos prédios da Biblioteca Nacional, do Museu de Belas Artes, do prédio do Ministério da Cultura, do Real Gabinete Português, da Academia Brasileira de Letras, na biblioteca do Consulado Americano, na biblioteca da Maison de France, no Centro Cultural Banco do Brasil, na Casa França-Brasil. Bons tempos em que o mapa mental do Centro era preciso, com riqueza de detalhes. Agora, com a falta de hábito de andar por aquelas bandas, quase não consigo lembrar de onde parto e para onde vou. A velocidade do metrô me alucina. A quantidade de pessoas me causa vertigem. Para voltar a observar o movimento, sentei numa cadeira da grande loja da cadeia de alimentos (se é que podemos chamar aquela "comida" de alimento), aquela que tem esse M amarelão, que fica ali na Avenida Rio Branco com Rua Miguel Couto. Aproveitei e dei um pulo na Livraria Padrão, onde costumava comprar meus livros de latim, Teoria Literária, dicionários e outras raridades que vinham de Espanha e Portugal. Oh, saudade! O que faço com a saudade? Guardo-a no bolso e espero mais um século? Para frente ou para trás, utilizo-me de Borges para viajar no tempo? Ou utilizo-me de Dali e firme digo "siempre adelante!" ? O melhor é ter memória, história, isso é o que importa. Quanto ao tempo, ele corre, eu é que não vou apostar corrida com ele.

Plantar (1)

(rúculas brotam)
(pimenteira)
Voltou-me o gosto de plantar. Há um ano, abandonei as flores, as ervas, as árvores. Agora, brota-me no peito o desejo de rúcula, capuchinhas, margaridas, pimentas, alecrim, lichia e quem sabe uma figueira bonsai. Bom é sentir de novo a terra em minhas mãos, fazendo brotar alimentos. Vai ser meu presente do momento: mudinhas para hortas de apartamento para os amigos(as) mais chegado(as).

16 de fevereiro de 2009

Gavetas (1)

Lilly, do blog Isso é Coisa de Lilly, me passou esta idéia: gavetas para pendurar. Quando estiver andando com Theodoro por Cosme Velho ou Laranjeiras, vou prestar atenção para ver se alguém deixou cair algumas gavetas do caminhão de mudança.

O Coração como Consciência Pura

O coração é citado com freqüência nos textos religiosos hindus. É considerado lugar da “consciência pura”, está além do tempo e do espaço, apesar de guardar estreita relação com o coração físico. Para os hindus, a consciência é o coração do hrdayam (hrd = coração + ayam = eu sou), o centro daquilo que somos realmente. Para eles as divindades manifestam-se a partir do coração. Para o movimento Bhakti, a meta no processo do conhecimento é descobrir Krishna, que habita o coração dos seres vivos. Nos textos sagrados hindu também atribui ao coração o conceito de um local denominado como “caverna do coração”, um lugar oculto. O desenvolvimento espiritual acontece a partir deste ponto oculto e secreto. Essa experiência decorre de anos de prática da meditação. Essa busca é conhecida como “conhecimento do coração” ou “conhecimento da caverna”. (Fragmentos de textos do site Navrattna)

15 de fevereiro de 2009

O Olhar de Iara Reis

Conheci as fotos de Iara Reis através da minha querida Rita Braune. Trata-se de um olhar delicado e sensível sobre a bela natureza do mundo. Visitem o site de Iara Reis e conheçam mais do trabalho dela.
Iara Reis fotografa essencialmente a natureza com suas infindáveis manifestações dentro do santuário ecológico onde reside, no coração da mata atlântica, em Rio Bonito de Lumiar, 5° distrito de Nova Friburgo, Rio de Janeiro, Brasil. Suas fotos são colhidas principalmente no terreiro de sua casa e imediações. Atualmente debruça-se sobre as águas cristalinas do Rio Bonito extraindo daí uma profusão cores e movimentos, traduzidas em imagens surpreendentes e inquietantes. Nasceu na divisa do Espírito Santo com o Estado do Rio (Bom Jesus). Cursou Comunicação Social na Universidade Federal Fluminense (jornalismo e cinema). Viajou pela América Latina e morou na amazônia brasileira. (texto do site de Iara Reis).

Vik Muniz por Maria Claudia Pompeo, do blog Sabe Assim?

Minha querida amiga Maria Claudia Pompeo escreveu sobre Vik Muniz. Para quem gosta, sugiro a leitura do post Vik Muniz Inspiração.

14 de fevereiro de 2009

Olhar de Sonia Bittencourt sobre Paquetá (RJ)

Gosto muito do olhar da fotógrafa mineira Sonia Bittencourt. Para a Vilma Goulart, que adora Paquetá, além da Urca.