20 de outubro de 2009

Roller Coaster (1)

Sempre adorei Montanhas Russas. Uma mania que tinha era não disperdiçar a chance de estar num parque e subir em todas elas, acompanhada ou não. Essa proximidade do perigo, desde sempre, significava libertação. Não me perguntem de que...Mas talvez fosse a libertação da alma selvagem, do interior nômade e errante, desgarrado da realidade e completamente entregue ao caminho da imaginação. Talvez a inconstância da alma selvagem. Hoje, sinto falta das montanhas russas em parques de diversão, pois montanhas russas temos todos, diariamente, em nossos pobres cotidianos, territórios longínquos onde a imaginação paga um grande preço para atravessar a fronteira.

2 comentários:

Lilian Rose disse...

eu morrooo de medo!!!!
fui uma vez e nunca mais!
bj
lilly

Rita Braune disse...

Belíssimo texto Nelida!

Bjs